Tu, a magia e mudar o mundo.

Que atire a primeira pedra quem nunca teve aquela pontinha de vontade em mudar o mundo, de sair por aí e viver todas as histórias inusitadas que só parecem existir em contos de fada e aventuras recheadas de magia.

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Embora hoje tu não te sintas a viver nesse paraíso de possibilidades, onde o impossível é apenas uma palavra sem sentido. Vamos caminhar juntos por este post e garanto que no final tu vais ver que ainda existe magia a fluir pelo mundo.

Falando em mundo… infelizmente contamos hoje com cerca de 22,5 milhões de refugiados no planeta, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados(ACNUR) divulgados no relatório  de 2017.

Para se ter uma ideia mais clara desses dados assustadores, podemos comparar com a atual população de Portugal por exemplo, que equivaleria mais do que o dobro segundo dados do INE(Instituto Nacional de Estatística).

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Pois então, deves estar a questionar-te, esses dados ali em cima só confirmam a ideia de que vivo em um mundo cinza, sem esperança, sem magia não?

E a minha resposta é Não, a magia está por aí espalhada pelo mundo, tudo que tu precisas para a encontrar e usufruir dela é saber onde procurar. E antes que tu perguntes SIM, vou explicar como chegar lá.

A tal da magia a que me refiro não vem de nenhum lugar fantástico, ela é basicamente a mudança, e na verdade são jovens como eu e tu que são os guardiões dela. Estes seres como em todos os contos de fadas possuem competências que os distinguem dos demais, e hoje vamos falar uma delas.

Cidadão global é umas das 4 competências que acreditamos que todos os líderes devem possuir. Porém tu deves estar a  pensar,  quais são as características de quem possui esta competência?

E eu já vou  criar uma lista das mesmas abaixo:

  • Ser capaz de adaptar a qualquer lugar do mundo, sem preconceitos;
  • Estar ciente dos problemas do mundo;
  • Sentindo-se responsável por realizar as mudanças necessárias.

Mas como falar em competências “mágicas” sem mencionar como e onde encontrá-las, se mesmo o mais famoso dos feiticeiros teve que ir a Hogwarts para aprimorar seus feitiços?

Então chegámos ao tão esperado momento, o local onde vais encontrar a magia, e este é na AIESEC pois trata-se da plataforma de desenvolvimento de liderança voltada para os jovens. A organização procura atingir a paz mundial e o preenchimento do potencial humano e acredita que a juventude é chave para um futuro melhor.

 

 

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E é através desta que tu não só poderás viver as mais intensas e marcantes histórias da tua vida. Mas também terás a possibilidade de colocar em prática todas as suas novas competências para impactar o mundo. É possível que exista coisa mais  mágica que isto?

Hoje fico-me por aqui,  espero que  tu tenhas desfrutado da leitura e que voltes mais vezes, para que possamos continuar a conversar sobre as outras competências mágicas.

Autor: Jorge Enir Jr.

 

A​ ​tua​ ​experiência,​ ​o​ ​teu​ ​papel.

Viver uma experiência internacional tem o potencial de transformar a vida de um indivíduo. O crescimento vai além do aumento no valor acrescentado das competências dos jovens, ou da sua empregabilidade, também inerentes a uma experiência deste tipo. Em particular, sabe-se que as experiências de voluntariado e educação internacional que sejam mais ricas em situações que apelem à compreensão e interculturalidade têm maior impato positivo no desenvolvimento global e integrado das pessoas, comunidades e jovens voluntários. Mas como é isto acontece na realidade?

Cada experiência integra o desenvolvimento e vivência dos jovens, e cada pessoa tem uma história para contar, um conjunto de experiências e papéis diferentes. A Beatriz Reis não é diferente nisto. Uma jovem como todos os outros jovens, mas que abraçou o desafio de fazer uma experiência de voluntariado internacional em Pelotas (Brasil) através da AIESEC, e que nos pode ajudar a compreender a influência que a mesma teve na aquisição ou desenvolvimento de competências intercontextuais e no seu desenvolvimento pessoal.

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Esta foi uma experiência que aumentou muito o seu crescimento pessoal e competências aplicáveis nos mais diversos contextos, como o laboral. A necessidade de criar novas soluções para os desafios do projeto, tendo em conta as condições precárias em que as crianças do centro se encontravam levou ao desenvolvimento de um pensamento mais flexível e orientado para a (re)aproveitação de todos os recursos e bens, por muito escassos que fossem. A Beatriz fala ainda na importância de estar consciente de si mesma tendo em conta as situações de pressão, muitas vezes a nível da resposta emocional, com que frequentemente se deparava. Mas sempre relembrando que foram estas que a fizeram crescer enquanto jovem responsável pelo amanhã, que pode extinguir as condições desfavoráveis de hoje.

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A experiência foi particularmente desafiante devido às condições da comunidade onde estava a desempenhar funções de voluntária com crianças muito desfavorecidas, que maior parte das vezes não recebiam alimentação em casa, com todas as consequências implicadas. Esta era uma realidade com a qual não tinha tido tanto contato em Portugal, ou até mesmo nos sítios onde viajou anteriormente, tendo sido uma adaptação difícil mas bem-sucedida, muito graças ao apoio da AIESEC, voluntários do projeto e aos sorrisos das crianças com que trabalhou.

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Também a sua maneira de ver o mundo se foi alterando substancialmente durante toda a experiência. Não que antes fosse uma pessoa culturalmente fechada, pelo contrário, mas considera que foi o experienciar uma cultura através de contato direto com as crianças, ajudantes e funcionários do projeto, tal como outros voluntários internacionais, e ainda os membros da AIESEC em Pelotas que fizeram toda a diferença. Hoje é uma pessoa mais alerta para as diferentes necessidades que locais à partida semelhantes podem ter um pouco em todos os países, e qual poderá ser o papel em tais realidades.

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E tu, queres ser responsável pelo teu papel?

Para saberes mais sobre como a AIESEC pode contribuir na construção da tua experiência internacional clica aqui.

 

Autora: Alexandra Santos