Tailândia: beleza, cultura e escravidão.

Será a escravidão uma coisa do passado ou uma coisa a 13 984 km de distância de nós?

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Sinceramente, preferia que a resposta correta à pergunta fosse a primeira, mas, a realidade mais dolorosa e que tentamos evitar reconhecer, é que, a 13 984 km de nós, se encontra a Tailândia que é um dos países com maior taxa de escravidão infantil de todo o Mundo.

A Tailândia é, inquestionavelmente, um dos países mais bonitos e culturalmente mais ricos do Mundo. À distância de um clique, podemos ficar apaixonados pelas suas magníficas praias ou pelas suas incríveis e variadas tradições. É muito fácil, sem qualquer dúvida, olharmos para o muito que a Tailândia tem para nos oferecer e esquecermo-nos de que, no meio de toda aquela beleza que nos é dada sem nos ser pedido algo em troca, existem famílias a viverem em situações tão precárias que a única solução que têm para conseguirem proporcionar uma refeição quente aos seus filhos seja forçar a sua entrada precoce num Mundo de trabalho desumano e cruel.

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Consegues imaginar-te, com sete anos de idade, a trabalhar mais de doze horas, por dia, numa fábrica? Consegues imaginar-te, com sete anos de idade, a seres forçado a saber segurar uma arma e a combater numa guerra que não é tua e que tu próprio não compreendes? Consegues imaginar a importância que a tua educação têm e quanto a devias valorizar?

Porque a verdade é que maior parte de nós não se consegue pôr na pele destas crianças. Nenhum de nós consegue imaginar o que seria, com sete anos de idade, fazer outra coisa senão passar o dia na escola e jogar um bom jogo de futebol com os amigos no intervalo ‘’grande’’ onde vinte minutos pareciam uma hora. Nenhum de nós consegue imaginar como seria uma vida onde estudar e ir à escola não fizessem parte do quotidiano do meu eu de sete anos. É algo tão banal para cada um de nós que nos esquecemos muito facilmente de o valorizar, esquecemo-nos até de lhe dar a importância devida no papel que desempenha no desenvolver daquilo que somos como seres humanos.

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Mas a verdade é que não podemos deixar que estas futilidades inerentes ao nosso ser tomem conta de nós. Existe todo um Verão que se está a aproximar e tenho a certeza que ainda nenhum de vocês pensou bem naquilo que vai fazer com ele.  portanto, porquê que não aceitas a minha sugestão e vais fazer a diferença pela Tailândia?

Ela espera-te de braços abertos e tenho a certeza de que não te vais arrepender.

Aceitas o desafio?

Descobre mais sobre a Tailândia e como podes impacta-la em: https://aiesec.org/

5 coisas que não sabias sobre a Tailândia (mas que te vão deixar com vontade de conhecer mais!)

Quando pensas “Tailândia” pensas em praias paradisíacas, natureza estonteante e comida, no mínimo, diferente. Mas o que sabes realmente sobre a Tailândia? Hoje deixamos-te 5 curiosidades que (quase de certeza) não conhecias.

  1. A Tailândia é o único país do Sudeste Asiático que nunca foi colonizado por um país europeu

Na língua tailandesa o nome do país (Prathet Thai) significa “o país dos livres”.

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  1. A sua capital Bangkok, na verdade tem um nome um pouco mais complexo

“Krungthepmahanakhon Amonrattanakosin Mahintharayutthaya Mahadilokphop Noppharatratchathaniburirom Udomratchaniwetmahasathan Amonphimanawatansathit Sakkathattiyawitsanukamprasit” é o seu verdadeiro nome. Significa “Cidade de anjos, Grande cidade dos imortais, Magnífica cidade das nove gemas, Lugar do Rei, Cidade dos palácios reais, Lar dos deuses encarnados, Erguida por Visvakarman em Behest de Indra”. Bangkok basta, não acham?

  1. A Tailândia é o segundo país no mundo que mais florestas perdeu

Sim, este facto é menos feliz. Há mais de 100 anos quase todo o norte tailandês estava coberto de árvores. Atualmente, apenas resta 25% do total. Por esta razão a exploração madeireira é completamente proibida na Tailândia.

  1. A língua tailandesa tem 32 vogais e 44 consoantes

E 6 tons, que são cruciais na comunicação. Para facilitar, utilizam a mesma palavra para ‘olá’ e ‘adeus’: sawasdee.

  1. A Tailândia é o país do sorriso

Apesar de esta alcunha ter surgido com um objetivo comercial e de promoção do país, não é mentira nenhuma. Frequentemente este povo prefere, ao invés de demonstrar uma emoção como raiva ou ansiedade, simplesmente sorrir.

Estes são apenas 5 factos das centenas que podes aprender se visitares a Tailândia. Que tal impactares este país através de uma oportunidade de desenvolvimento de liderança? Descobre mais em aiesec.org

Tentar hoje para solucionar o amanhã

Quando foi a última vez que sentiste a magia de ultrapassar aquele desafio que exigiu tudo de ti, que te obrigou a descobrir uma nova forma de fazer algo? Possuir a capacidade de improvisar as soluções que te permitem ultrapassar obstáculos é entrar em contato com a tua própria capacidade interna de tornar realidade o que é extraordinário. E é outra das competências mágicas que a AIESEC procura desenvolver em todos os jovens.

Todos temos a magia que precisamos para construir as soluções necessárias aos problemas

Todos temos a magia que precisamos para construir as soluções necessárias aos problemas

Afinal de contas solucionar um problema recorrente, usando sempre as mesmas soluções, leva-nos aos mesmos resultados. É preciso ter os sentidos astutos para procurar a ponta do manto mágico, muitas vezes difícil de achar, que nos vai ajudar a tornar a solução que pensávamos impossível em algo possível, alcançável, e construído por ti.

Isto porque acreditamos que uma das bases da liderança é a capacidade de orientar as nossas acções para os objetivos, a criação de novas soluções, e crescer a adaptação e resiliência necessárias – encontrar soluções é um processo de tentativa e erro, de falhar até chegar à solução mais adequada.

Tentando e errando podemos alcançar mais além do que já alcançámos até hoje

Os seres humanos são adversos ao risco, ficamos na nossa zona de conforto, fiéis ao caminho que todos os outros tomaram, mantendo objectivos muitas vezes influenciados pelo mundo à nossa volta. Mas como podemos saber que os nossos objetivos são nossos se não expandirmos os nossos horizontes? Se não conhecermos outras realidades, possibilidades? Como podemos crescer na zona de conforto que não nos desafia?

 

E também aqui a AIESEC se propõe a ajudar os jovens, colocando-os em experiências desafiantes que os obriga a sair da zona de conforto, mais em contacto consigo mesmos e com o seu autoconhecimento, ajudando os outros a encontrarem-se também; ao  também experimentares o mundo, desenvolves a capacidade de trabalhar com qualquer recurso, independentemente do teu contexto, focando-te em como criar soluções e ultrapassar qualquer obstáculo que talvez antes pudesse parecer impossível de solucionar.

 

Tudo é impossível até tomares o passo que o torna possível

E o que fazer ao medo que acompanha a experiência, e abandonares a tua zona de conforto? Como saber se estás a tomar a decisão certa numa experiência internacional? Provavelmente nunca poderás ter a certeza.

Desenvolver soluções para os problemas de hoje e do amanhã, a resiliência para acompanhar os outros nesse processo, e contribuires para o mundo implica também que te conheças, e o crescimento da positividade nas ações e comportamentos que conduzes.

Porque mais do que desejar conquistar desafios, ou ser capaz de criar soluções adaptativas aos mesmos, precisamos de começar a caminhar os pequenos passos que nos permitem chegar aos grandiosos momentos de vitória sobre os mesmos.

Hoje é o dia certo para começar, amanhã poderá ficar para (re)começar.

Procura já as soluções que facultamos para ajudar no teu desenvolvimento no nosso portal de oportunidades, e talvez encontres o que precises para despertar a magia com que tu podes contribuir.

 

Do autoconhecimento a liderança

Dando sequência à nossa série de posts sobre as competências mágicas que a AIESEC acredita que todo os líderes devem possuir. Hoje vamos falar um pouco sobre autoconhecimento, e qual é a importância da relação deste com todo o processo de desenvolvimento de liderança proposto pela organização.


Para a AIESEC, autoconhecimento é a porta para o desenvolvimento de qualquer outra competência. Pois independentemente de onde tu queiras chegar, dos desafios a serem enfrentados, quando tu sabes de quem tu és, fica muito mais simples descobrir  para onde ir e quem tu quer/podes tornar-te.

Então tu podes pôr-te a pensar, mas qual é a relação entre autoconhecimento e tornar-me num líder? O que isto tem a ver com as outras qualidades, e/ou como é isto se relaciona com empoderar outros ou ser um cidadão global? E ainda é que como eu faço para desenvolver esta competência?

Tranquilo, vamos passar por todas estas questões no post, e tenho certeza que no final vais compreender muito mais sobre o modelo de desenvolvimento de liderança da AIESEC e como estas competências se complementam.

Okay, mas como é que a AIESEC irá me ajudar a construir o meu caminho de autoconhecimento?

Nós acreditamos que seguindo estes passos vais desenvolver esta competência:

Como valores influenciam em suas decisões.

1° – Reconhecer/Descobrir os teus valores e vivê-los: Isto pode feito de inúmeras formas, desde uma complexa reflexão até a simples atividade de rever as tuas decisões e tentar entender o que te motivou a tomá-las.  E no momento que estiveres a par disto,  a tomada de decisão se torna uma tarefa infinitamente mais fácil, uma vez que tu já sabes no que é que a irás basear.

Foque no que és bom isto fará com que se torne ótimo

2° – Compreender suas forças e fraquezas: Entender em que tu és realmente bom e no que ainda precisas de melhorar. Focar estas competências que te fazem único(a) é o caminho certo, pois é trabalhando nelas que vais destacar para atingir metas e realizar sonhos.

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Explore suas paixões.

3° – Explore as tuas paixões: Não esperes que o futuro chegue para fazeres aquele blog ou teres aulas de piano que sempre sonhaste, a vida acontece agora! Procura as atividades que te dão mais prazer e inclui-as  na sua rotina quotidiana, assim o teu dia sempre terá aquele momento para desfrutar e desligar de tudo.

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Sai da tua zona de conforto.

4° – Sai da tua zona de conforto: Para que te encontres e cresças é preciso ser testado(a), e nunca irá ocorrer de forma confortável. Existem inúmeros meios para fazer isto, e a AIESEC é um catalisador deles, além de apresentar um imenso número de oportunidades dentro da organização também te possibilita ter uma experiência no estrangeiro.

Não hesites quando o caminho parecer incerto, ou tiveres receio de não alcançar as expectativas, com estas situações é que tu vais crescer e desenvolver como nunca.  Pois os desafios tornar-se menores à medida que estás ciente dos teus valores, forças e paixões.

E então, faz mais sentido agora a importância que o autoconhecimento possui no caminho de desenvolvimento de liderança? Estás disposto(a) a entender ainda mais sobre ti mesmo(a) e ainda ajudar a fazer a diferença no mundo à tua volta? Acede ao nosso portal de oportunidades e descubre um mundo de possibilidades.

Impacta o mundo através dos outros

Young Women Travel Together Concept

Young Women Travel Together Concept

Olha só tu por aqui outra vez. No post passado falámos um pouco sobre uma das competências mágicas que a AIESEC se propõe a desenvolver nos jovens. Então hoje vamos discorrer um pouco mais sobre mais uma delas.

Na AIESEC, acreditamos que é possível desenvolver a liderança em qualquer pessoa, e para isso criámos um modelo para que isto possa ser alcançado por todos. Ele é composto por quatro competências que são: Auto conhecimento, ser Orientado à solução, Empoderar outros e ser um Cidadão global.

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Já falamos um pouco sobre o que é  ser um Cidadão global neste post aqui, e hoje vamos falar um pouco sobre Empoderar outros. E como todo bom apreciador de histórias fantásticas sabe, no comando de uma grande equipa, existe sempre um líder também ele formidável, como por exemplo a Liga da Justiça e o Super-homem, os Vingadores e o Capitão América, a equipa dos sete e o Kakashi-sensei, e esta  lista é praticamente infinita.

Mas qual é o real impacto destes líderes nas suas equipas? Como é eles conseguem obter bons resultados? E como é que empoderar os outros está relacionado com isso?  Vou-te responder de seguida a essas e outras perguntas.

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Então, o que é na prática empoderar outros?

 

Representa, no sentido literal, delegar tarefas, responsabilidades e projetos para outras pessoas, mas de forma consciente, orientada ao seu desenvolvimento e superação de desafios. E agora deves estar a pensar, trata-se apenas de dar aos outros coisas para fazer?

E resposta é sim, e não. Ou seja, vai muito além disso, existe uma analogia óptima  relacionada com gestão, mencionada no livro “Good to Great” de Jim collins.

Ele compara uma equipa a um autocarro, onde o líder seria o motorista e a equipa os passageiros, e ao invés de escolher um destino e informar aos passageiros, o motorista deveria escolher os passageiros certos e então juntos escolherem o destino.

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Mas é a segunda parte que gostaria de enfatizar, que se resume em colocar as pessoas certas nos assentos corretos. Ou seja, um bom líder deve não só estar aberto às contribuições, mas também conhecer a equipa extremadamente bem. A ponto de saber delegar as tarefas certas, que se adequam às competências e necessidades de cada pessoa.

E como é que isto se relaciona com as restantes competências e necessidades que acreditamos serem necessárias para entregarmos o tipo de liderança que o mundo tanto precisa?

De forma quase magistral eu diria, pois uma pessoa que se conheça, e à equipa com quem trabalha, que esteja sempre em busca de novas soluções e consiga adaptar-se a qualquer ambiente e contexto cultural, é o tipo de líder que trabalhamos para entregar ao mundo.

Pois é capaz de empoderar os outros e transmitir  de forma clara toda ou parte dessa bagagem de incalculável de conhecimentos e experiências para mais pessoas. E isso vai desencadeando todo um movimento cada vez maior, mais impactante e irreversível,  independente de onde aconteça.

De Aluno Mediano a Fundador de 3 Start-Ups

Aos 18 anos entrei na faculdade e a única certeza que tinha era que queria acabar o curso o mais depressa possível e partir para fora do país para ter experiências profissionais. Sabia também que no futuro gostaria de criar e gerir a minha própria empresa; só não sabia que o iria fazer tão cedo.

No primeiro ano de licenciatura de Gestão no ISCAL fui desafiado por um professor a participar no Poliempreende, um concurso de empreendedorismo a nível nacional. Não tinha ideias; não sabia fazer um plano de negócios; não tinha equipa. Acho que a única coisa que tinha verdadeiramente era vontade, que percebo agora ser o factor mais importante.

Mais tarde lancei-me para mestrado em Barcelona e iniciei a minha carreira profissional a trabalhar em hotéis, tendo trabalhado em Espanha, Perú e Inglaterra. Em Novembro de 2011 um acontecimento mudou a minha vida – conheci a AIESEC. Através do programa de estágios profissionais no estrangeiro decidi mudar de área para encontrar algo que me satisfizesse e foi aí que surgiu a oportunidade de ir trabalhar em consultoria estratégica para projectos de desenvolvimento de turismo no Irão. Aceitei sem hesitar.

A experiência de viver num país cultural e politicamente tão diferente foi um desafio que me fez crescer e me permitiu abrir imenso os horizontes. Recordo com saudade todos os recantos do país, que acabei por visitar, e as pessoas maravilhosas que conheci. Hoje em dia tenho lá bons amigos e estou a desenvolver um plano de expansão da Climber (empresa da qual sou fundador) para o Irão. Foi a viver neste país que tomei uma decisão – o que quer que fosse fazer depois do Irão teria que ser um desafio ainda maior.

Esperava-me assim um ano de voluntariado em Burkina Faso, na África do Oeste,  a trabalhar enquanto membro da AIESEC. Ao mesmo tempo, e para pagar as contas, dei aulas numa universidade local, uma experiência que irei um dia repetir.  Viver em Burkina Faso foi díficil. Imaginem-se a viver numa favela; numa casa que apesar de ser a melhor do bairro, não tem o conforto de um quarto ou de uma cama, de uma sanita, ou mesmo de um frigorífico. A comida era escassa e passei fome. Se compararmos aos nossos standards europeus, em Burkina Faso não se vive, sobrevive-se. Não me sobram dúvidas que foi este ano repleto de desafios que me inspirou a prosseguir o meu sonho inicial de me tornar empreendedor. Como não havia electricidade em casa após as 20h, aproveitava os pôr-de-sol para subir ao terraço onde desenhava em papel o que veio a ser o primeiro plano de negócios da primeira empresa que criei.

Passado um ano decidi voltar a Portugal e em 2013, determinado a criar a minha primeira empresa, isolei-me de tudo e todos para trabalhar em casa dos meus pais (e talvez para me isolar também da sociedade e recuperar do choque), perdi dinheiro, cometi erros de principiante e aprendi imenso. A empresa não gerou retorno e decidi fechá-la. Imediatamente decidi criar com um sócio a minha segunda empresa, um software de analytics para hotéis. A experiência durou 10 meses, mas também não correu bem e acabei por sair da startup em Dezembro de 2014. Logo a seguir decidi criar a Climber Hotel, a terceira empresa, também esta um software para hotéis que os ajuda a definir qual o melhor preço a que devem reservar os seus quartos.  Actualmente sou co-fundador e CEO da Climber Hotel que conta já com 8 colaboradores de 4 diferentes nacionalidades. Queremos expandir a equipa para 19 colaboradores e estamos a desenvolver um plano de  internacionalização a executar ainda em 2016.

Acredito que não teria conseguido atingir este ponto da minha carreira, onde estou muito feliz e faço o que gosto, caso não tivesse passado por tantos desafios na minha vida pessoal e profissional. Os obstáculos tornaram-me mais determinado e sei perfeitamente que é aqui que quero estar nos próximos anos.

Um conselho para jovens que se querem tornar empreendedores?

O tempo ideal para lançares um projecto teu é agora, enquanto não tens responsabilidades maiores.  Se tiveres o “bichinho” e o quiseres explorar fá-lo. Segue a tua paixão! Sabendo o que sei hoje, eu tê-lo-ia feito mais cedo. Se quiseres trocar ideias fala comigo.

 

Mário Mouraz

Co-fundador da Climber Hotel

mario@climberhotel.com


A Importância do Marketing no Mercado Global

Marketing e mercado global são dois conceitos que são complementares nos dias de hoje. O Marketing é um instrumento fundamental na vida de uma instituição que pretenda dar a conhecer a sua marca a uma escala mundial. A forma como uma empresa é promovida é diretamente influenciada pelo mercado global através do crescimento das tecnologias de informação, e dos media que permitem estar em contacto com todo o mundo, a toda a hora.
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