[EN] Why Global Talent is a great opportunity for your company? Interview with MYGON Portugal

It was a birthday of one of the interns. When he entered the office, his colleagues immediately started to wish him all the best. Among smiles and laughs, they continued the next day on their MYGON internship.

The interns come from Spain. The reason why they are now working in MYGON, is because they took part in an internship program called Global Talent. Looking from the distance, it looked like they were really enjoying their experience. But how does it go for the company? Why did MYGON decide to participate in AIESEC’s program? Manuel Lima, Vice President of Sales, is describing his experience with Global Talent.

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Shape Colombia!

Viver na Colômbia deu-me a oportunidade de viver experiências incríveis, de crescer e, principalmente, fez-me abrir os olhos para o que é o mundo real, (…) Shape Colombia foi a melhor decisão que podia tomar no início da minha vida e Colômbia ficará para sempre no meu coração.

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A HISTÓRIA DA CAROLINA

No início deste Verão tomei uma decisão importante, este não seria um Verão como os outros. Queria fazer algo   diferente, algo que me marcasse de uma forma especial, algo  que me permitisse alargar os meus horizontes e   melhorar-­me tanto a nível pessoal como profissional. Queria uma experiência internacional mas mais diferente do que um simples Erasmus na Europa… Queria ir para a América do Sul!    

Eu já conhecia a AIESEC na Lisboa Nova e era a organização perfeita para me ajudar a realizar este sonho. E assim foi, um mês depois de ter tomado a minha decisão já tinha a minha oportunidade encontrada, tinha sido selecionada para um estágio de dois meses em Curitiba, no Sul do Brasil. O estágio era dentro da minha área, em Marketing, e a AIESEC garantia ainda acomodação durante a minha estadia, o que sempre ajudava com os custos.

Receosos, os meus pais lá aceitaram a minha decisão e um mês  depois eu fui sozinha para o Brasil. Durante os primeiros dias era     tudo estranho, apesar de a língua ser a mesma – o que nem sempre parecia verdade, tendo em conta a dificuldade que tinham em perceber o meu português – e a cultura ser bastante semelhante, as ruas eram diferentes, as pessoas eram diferentes, o tempo era       diferente, os hábitos eram diferentes. O que é certo é que rapidamente me adaptei.

A empresa em que estagiei era uma start-­up de coworking , o maior espaço da América Latina, o Nex Coworking. Tinham uma equipa jovIMG_3929em e bastante pequena, cerca de 12 pessoas e foram todos muito receptivos e prestáveis e fizeram com que rapidamente me sentisse parte da equipa. Mostraram-­me o funcionamento geral da empresa em si, por departamento específico o que também foi bom para ter uma visão mais global e integral do funcionamento da mesma.

Em relação às minhas tarefas em concreto, eram muito na base de desenvolvimento de business model, realizaçãoo de   benchmarking competitivo, análise público-­alvo e de respetivos canais e estratégias de comunicação adequados para cada segmento, de cada novo serviço a ser lançado, num total de 5 novos serviços. Desenvolvi ainda um programa de fidelização de clientes.

Durante o meu trabalho, senti todo o apoio e ao mesmo tempo toda   a independência e liberdade para desenvolver as minhas ideias.   Foi uma experiência única, em que tive a oportunidade de estar rodeada de pessoas inspiradoras das mais diversas áreas que, através do networking, da cooperação e da inovação aberta, trabalham o potencial da inteligência coletiva numa nova forma de  trabalhar.

A nível pessoal, a família de acolhimento em que fiquei deixou-­me completamente à vontade e fizeram com que me sentisse em DSC04268 casa. Falámos muito dos nossos hábitos e das diferenças das nossas culturas,  eu cozinhei para eles comida tradicional  portugues, assim como eles também cozinharam comida tradicional brasileira, ensinaram-­me alguma da gíria de Curitiba, mostraram-­me a cidade e filmes brasileiros.

Acima de tudo mostraram como vive uma família brasileira, algo que não teria sido possível num hostel. E se ao início estava apreensiva por não saber como seria viver com uma família que eu não conhecia, hoje sei o quão desnecessária era toda a minha apreensão.

Foi uma das melhores experiências da minha vida e não a trocaria por nada neste mundo, fui sozinha mas ganhei amigos e família para a vida, conheci e integrei-­me numa cultura diferente, noutro continente, o que também me fez crescer e aceitar novas realidades.

Se estão a pensar ter a vossa experiência, eu só posso dizer “arrisquem” que de certeza que não se vão arrepender.

 

“In  the    end,    we    only    regret    the    chances    we    didn’t    take”    

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Carolina Faustino

[EN] 4 tips to go global with your startup

Building a start up is a great challenge. Putting your idea in shape, managing teams, thinking about the budget, forecasting the future based on today’s analysis, taking care of your network… That’s a lot of tasks to manage. One day you realize you need a change. Among few great solutions, there is one always highlighted by successful entrepreneurs. Go global. Expand your startup abroad, make the world hear about you! Here’s how you can do it – starting from today.

  1. Keep it fast and smart

Just like famous explorers did more than 10 centuries ago, also today you have tons of opportunities to discover the unknown. Why is it important? If you have a product business and you aren’t focused on international, you are missing out on two-thirds of your potential customers – said Dave Goldberg, CEO of SurveyMonkey.  Moreover, you not only lose your clients, but also the precious time.

When you expand your start up abroad, you may reach a totally new market, where the locals find your product extremely useful. Do your research with supply and demand in other countries. Be smart about It. Be bold about it. And don’t wait for tomorrow – your competitors surely won’t.

  1. Greet international interns

Here’s something about being smart when discovering new lands. It’s always a good idea to know someone from the country you want to expand to. The best way to do so is to simply get an international employee or an intern. Nowadays young people are looking for opportunities to work in a start up. They also seek for international experience.

Just imagine – a young, ambitious, enthusiastic student with the Marketing background, who works in your startup. He or she brings lots of fresh ideas to development of your business and is the best source of reliable knowledge about the market you want to expand to. Too good to be true? Check Global Entrepreneurs, our innovative program for start ups.

  1. Understand the unknown market

When a journalist Tim Russert wanted to get an exclusive interview with Pope John Paul II, he wrote him a letter in Polish – Pope’s mother tongue. This way, he got himself an opportunity, that many journalists before and after him, could fight for years. Why was he successful? A simple thing such as speaking the language of a person (or market!) that you want to reach is always a smart move. It makes the distance shorter, brings familiarity and builds trust between stakeholders.

Now imagine you could do the same with the market you’re expanding to. It’s not only about speaking the same language (that could be solved by having an intern from this country), but about an aligned communication. Do your research. Talk with people who live there. Understand the culture and society. The more prepared you are, the most successful you’ll be.

  1. Establish strategic partnerships

Once you open up for alliances, you have more chances of expanding your reach and improving the recognition of your brand. Good examples of such partners are big youth organizations, media, NGOs or other companies with a common purpose. Find mutual benefits, present yourself in an attractive way and enjoy the power of collaboration.

A good alliance can save time with paper work, will bring you insights from the local point of view and help with building credibility among your future stakeholders. That’s exactly what happened with Imaste (virtual events company), when they partnered with Monster.com and The Economist.

Born to be Global

Born Global – an expression used to describe start ups that quickly expand to foreign markets. It turned out to be the greatest strategy for their development and brought concrete results in a short time. On the other hand, such expansion requires a good plan, great analysis and international human resources. For sure the effort is worth to take. Just look at some examples of Born Global companies you might know – Softonic, eBay, Google and Amazon.

Having this in mind, what’s stopping YOU to become Born Global, just like them?

Karolina Waligóra

Marketing Director of AIESEC Portugal

A HISTÓRIA DA RITA

Tinha 22 anos quando descobri a AIESEC, estava no meu último ano de faculdade e apaixonei-me pela ideia de desenvolver-me e fazer a diferença no Mundo, mas senti que talvez fosse tarde demais para me juntar à organização como membro.  

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