Estar numa Associação durante o percurso universitário pode ajudar-te no futuro!

Perguntámos à Unlimited Future a importância de estar numa organização enquanto se está na faculdade! Eis a resposta deles:

“Hoje em dia, mais do que nunca, são as tuas soft skills que te vão distinguir dos restantes candidatos a uma vaga de emprego.

Se pensares é bastante lógico, se cada vez mais pessoas são licenciadas ou têm mestrados, significa que cada vez mais pessoas têm a mesma formação e, portanto, as mesmas hard skills.

O que é que isto implica? Que comeces a ter mais atenção às atividades que vão permitir que te destaques relativamente à concorrência e não pores todo o teu foco em “simplesmente” fazer o curso!

Dica extra: cada vez menos interessa a média que tens! Sabemos que isto pode ser um choque quando comparas o Ensino Superior com o Ensino Secundário, mas a realidade é efetivamente diferente.

O raciocínio que nós, Unlimited Future, fizemos foi: se no Secundário ter a melhor média não era necessariamente um bom indicador de ser a pessoa mais inteligente, no Ensino Superior não vai ser um bom indicador de ser a pessoa mais competente.

O que te vai diferenciar são as tuas competências comportamentais. Competências como, por exemplo: proatividade, espírito de sacrífico, espírito crítico, adaptabilidade e capacidade de trabalhar em equipa.

E de onde as podes ir buscar? Há muitas delas que estão em ti enquanto pessoa e na educação que recebeste, outras são oriundas das tuas experiências e do que aprendes com elas. É nestas últimas que aparece o mundo do Associativismo!

Alguém que já esteve no mundo do associativismo, ou que fez voluntariado, desporto federado, desporto universitário, atividades musicais ou foi/é escuteiro, estará sempre à frente de alguém que esteve apenas focado nas notas das disciplinas.

Ainda não estás convencido de como é que as Associações ou Organizações podem contribuir para o teu desenvolvimento pessoal e do teu currículo? Aqui tens 3 razões mais específicas:

  • Desenvolvimento de Soft Skills

Normalmente, nestas entidades, os recursos financeiros não são propriamente abundantes, o que significa que trabalharás em regime de voluntariado na grande maioria das atividades.

Para além disto por si só ser uma vantagem para o currículo, se aliares isto com a diversidade de membros e com outras vantagens inerentes a cada uma das organizações (viajar, contactar com crianças, contactar com empresas, etc.), vai permitir-te adquirir um conjunto de competências importantes para o mercado de trabalho.


Competências tais como:

  • Trabalho de equipa;
    • Paciência;
    • Criatividade;
    • “Problem-solving”;
    • Sentido crítico;
    • Etc.
  • Aproximação a Empresas

É mais fácil chegares ao trabalho/vaga que queres se já conheceres algumas pessoas dentro das entidades parceiras da associação.

Para além disso, mesmo que não conheças ninguém, a empresa vai reconhecer a associação no teu currículo, aumentando as probabilidades de prestar mais atenção!

  • Networking

Tendo em conta a diversidade que a grande maioria das Associações apresenta ao nível dos seus membros, vais estar a contar com futuros gestores, economistas, médicos, engenheiros, etc.
Compensa sempre conhecer uma pessoa em cada profissão ou área!

Nunca se sabe quando vais querer erguer o teu próprio projeto e estas pessoas podem ser um recurso para isso mesmo. Se somares o facto de que estas pessoas podem trabalhar em empresas totalmente diferentes do teu ramo e abrir-te portas, que normalmente seriam muito complicadas de abrir, para essas áreas. Onde é que podes obter tudo isto? Entrando na AIESEC através do recrutamento (bit.ly/joinAIESEC-PT) e prestando atenção, através do site ou do Instagram @unlimited_future, aos workshops e atividades que o Unlimited Future faz!”

AIESEC Experience

A minha experiência com a AIESEC começou em setembro de 2017, quando eu decidi que ia contribuir para uma causa maior através de um voluntariado internacional. Procurei por várias organizações, mas nenhuma me deu a segurança e teve a rapidez que esta organização teve. Em três dias, tinha todas as minhas perguntas respondidas e estava pronta para me preparar para a experiência que ia ter no verão do ano seguinte no Brasil.

Durante esse ano de preparação, a AIESEC manteve contacto constante comigo. Ajudou-me a encontrar os voos, tratar do seguro, e todas as logísticas necessárias para a minha viagem. Nessa altura, mantendo contacto com o comitée de cá e o que me ia acompanhar lá, já começava a sentir algum carinho pela organização.

E mesmo já conquistada pelo propósito, a AIESEC surpreendeu-me com mais uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e cultural. Desta vez, enquanto esperava pelo início da minha experiência de voluntariado, poderia contribuir para os projetos sociais locais acolhendo uma voluntária internacional que vinha trabalhar num lar de idosos perto de minha casa. Ela chegou em dezembro de 2017, vinda do calor do Brasil, e rapidamente se integrou na minha família. Aprendi sobre a cultura dela e ela sobre a minha, e percebi algumas coisas relevantes para a minha própria experiência, a qual aconteceria em 6 meses.

Em agosto de 2018, viajei para o Brasil, integrei uma equipa de 5 pessoas num projeto para educar as crianças do Projeto Sião de Itapuã sobre os problemas ambientais existentes no mundo e como podiam começar a ajudar. Estive lá um mês e meio, onde aprendi e ensinei, e tive a oportunidade de conhecer pessoas de todos os cantos do mundo, assim como o escritório local da AIESEC in Salvador. Foi aí que tive a certeza que, quando voltasse da minha experiência internacional, ia ajudar outros jovens a ter uma experiência igual ou melhor.

Regressei no fim de setembro de 2018 e em fevereiro de 2019 estava a começar a minha experiência como membro da AIESEC in Porto FEP. Durante 6 meses, fiz exatamente aquilo pretendia: acompanhei as experiências internacionais de jovens portugueses que se queriam desenvolver e aprender a sair da sua zona de conforto. Aprendi a trabalhar em equipa e a agarrar as oportunidades. Aproveitei oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, onde organizei conferências locais e internacionais para membros, voluntários ou estagiários da AIESEC, aprendi métodos de trabalho e criei mais conexões com as pessoas com quem trabalhava.

Ao fim de 6 meses, já estava a gerir a minha própria equipa, como Presidente do Comité Organizacional de uma conferência anual da AIESEC in Portugal. Ao mesmo tempo, estava a preparar-me para um novo cargo no departamento de Marketing, na vertente de análise dos programas da AIESEC e respetivas experiências. Surgiu uma oportunidade de pertencer à equipa nacional, e trabalhar na melhoria das experiências locais, quando recebemos jovens internacionais nos nossos projetos de voluntariado e assim, poder usar a minha experiência para contribuir para a de outros jovens. Nesta altura, não só me estava a tornar uma líder dentro da organização, como estava a conseguir elevar estas capacidades de liderança para o meu dia a dia, pessoal e profissional.

Aproveitei, mais uma vez, para experimentar um dos produtos da organização da qual fazia parte. Acolhi uma voluntária canadiana que, como eu, vinha trabalhar numa escola a ensinar a crianças alguns aspetos ambientais importantes. Desenvolvi o meu inglês e aprendi um conjunto de curiosidades sobre o país dela.

Em outubro de 2019, dei um passo ainda maior e candidatei-me a Diretora de Marketing do escritório local da AIESEC in Porto FEP, posição que tenho até hoje e que me ajudou a perceber o rumo profissional que pretendo ter no meu futuro, as capacidades de liderança que não sabia ter e o potencial que tenho para desenvolver e fazer aquilo que quiser. Comecei o meu mandato de Direção Executiva da AIESEC in Porto FEP em fevereiro de 2020 e já foi, até agora, a experiência mais intensa e com a qual mais aprendi que já tive na vida.

Estou na organização há um ano e meio, mas tenho uma experiência de quase 3 anos com a AIESEC. Esta organização marcou um ponto de viragem na minha vida e complementa o percurso que eu defini para mim, representando um conjunto de aprendizagens e memórias que vão ficar a minha vida toda.

Podes viver experiências iguais às minhas, enquanto te desenvolves e te aproximas do líder que és em qualquer um dos departamentos desta organização incrível que é a AIESEC, para tal basta juntares-te a mim e a todos os outros AIESECers em: http://bit.ly/joinAIESEC-PT.

Sofia Guerra, AIESECer há 1 ano e 6 meses

Os valores de um AIESECer!

A AIESEC, assim como qualquer organização, possui um conjunto de valores que guiam e orientam os seus membros ao longo da sua jornada na organização e na tomada de decisões. Para além disso, estes valores são reflexo do objetivo principal da AIESEC – alcançar a paz e o desenvolvimento do potencial humano – e das características necessárias para se ser um verdadeiro AIESECer.

Os seus valores, por muitos definidos sob a forma do acrónimo “SALADE”, são definidos em seis expressões: Striving for Excellence; Activating Leadership; Living Diversity; Acting Sustainably; Demonstrating Integrity; e Enjoying Participation.

Cada um destes valores está presente em cada pequena ação de cada um dos nossos membros no seu dia-a-dia! Demonstramos cada um deles quando procuramos melhorar-nos e desafiarem-nos; quando aceitamos o desafio de liderar uma equipa e nos comprometemos a desenvolver os nossos membros; quando agimos de forma inclusiva e aprendemos com as ações, opiniões e experiências dos outros; quando agimos de forma a garantir que os próximos membros da organização têm as ferramentas necessárias para dar continuidade à nossa missão; quando agimos de forma a cumprir aquilo a que nos comprometemos; quando procuramos que sejamos ouvidos e aceitamos o desafio de estarmos mais envolvidos na organização e na nossa comunidade. 

E porquê? Porque motivo cada um de nós se mantém fiel a cada um destes valores, fiel ao nosso “SALADE”? A resposta é simples: porque estes valores são quem nós somos! 

Porque todos nós, cada membro, cada escritório, cada país acreditamos que juntos podemos criar um mundo melhor para as futuras gerações, mas isso apenas será possível se nos mantivermos fiéis a nós mesmos e não esquecermos nenhum dos nossos seis ingredientes. Afinal, o que será uma boa “salade” se não colocarmos todos os ingredientes?E agora chega a verdadeira questão! Também tu te identificas com estes valores? Se sim, já tens os primeiros ingredientes para te tornares um AIESECer! Mas de que nos servem os ingredientes, se ninguém os misturar e criar a “salade”? Exato, dá o passo que te falta para seres a totalidade do AIESECer que sabemos que és! Junta-te à AIESEC em: bit.ly/joinAIESEC-PT.

AIESEC Experience

O meu nome é Renato Galvão, e hoje sou, o que considero, um AIESECer. Mas afinal, o que é isto de ser AIESECer? É apenas um acrónimo estranho para pessoas que trabalham na AIESEC? A AIESEC é apenas mais uma organização no ISEG?

Ser AIESECer significa que todos os dias eu posso lutar pelo mundo em que acredito, através de pequenas ações. Significa que, ao ser líder e ao desenvolver outros líderes, estou diretamente a contribuir para a paz e o desenvolvimento do potencial humano, a grande missão desta organização.

A AIESEC não é uma mera organização de estudantes, nós somos um movimento jovem que acredita nisto que acabei de escrever, que é através dos jovens que iremos construir um mundo diferente, mais tolerante e melhor, diferente do que encontrámos. Como? Através de experiências diferentes e multiculturais: os nossos programas internacionais, tanto de voluntariado, como de estágios.

A AIESEC é um movimento global, e em Portugal somos 9 escritórios, localizados em diversas faculdades do país. Eu faço parte, desde Julho de 2018, do escritório do ISEG, um dos maiores escritórios a nível nacional, que conta com 53 membros e, só no ano passado, tratámos do processo de 230 pessoas para que pudessem ou ir para fora fazer um voluntariado ou um estágio, ou para jovens internacionais poderem vir para Lisboa fazer voluntariado, impactando o mundo em que vivemos.

Mas o que significa proporcionar e testemunhar estas experiências internacionais? O que significa mesmo ser AIESECer?

Ao fazer parte da AIESEC, eu também pude desenvolver-me e tornar-me uma pessoa diferente do Renato que entrou nesta organização em Julho de 2018. Esta organização permitiu-me ter experiências diferentes, e em dois anos, pude viver muito mais para além do que a faculdade me tinha para oferecer. Pude fazer parte da organização de conferências a nível nacional, pude gerir equipas de pequenos líderes que acreditaram que na AIESEC poderiam tornar-se melhores; pude fazer parte de equipas de vendas, falando com pessoas com mais de 40 anos, para permitir que jovens venham trabalhar para os nossos lares e com os nossos idosos; pude fazer um estágio internacional na área de Business Development e Sales numa start-up Ucraniana onde deixei o meu impacto; pude fazer a ponte entre jovens portugueses que querem mudar a sua vida, indo trabalhar para fora, e empresas internacionais que procuram o talento português. Hoje, sou Diretor do Departamento de Projetos Sociais e sou responsável por todo o planeamento estratégico do departamento e pela gestão de 20 pessoas responsáveis pela seleção, acompanhamento, integração e acolhimento de jovens internacionais que vêm impactar o nosso país. Para além destes cargos, pude fazer parte de duas equipas de Recrutamento dentro da AIESEC, algo que muitas pessoas só experienciam após irem para o mercado de trabalho. No entanto, não foram só estas experiências que me fizeram continuar na AIESEC até hoje. A AIESEC é sobre pessoas: as pessoas que trabalham lado a lado comigo, as pessoas que já recrutei, as pessoas que me lideraram dentro do meu escritório, as pessoas que liderei, as pessoas que tive a oportunidade de conhecer a virem realizar a própria experiência aqui em Lisboa e, claro, as pessoas que conheci durante a minha própria experiência internacional na Ucrânia.

A AIESEC foi criada após a 2ª Guerra Mundial, num período conturbado e marcado pela insegurança. Hoje experienciamos mais um desses períodos a nível global e a AIESEC não poderia fazer mais sentido no contexto que vivenciamos. Nesta altura pandémica, em que todos os campos do mundo foram afetados de maneira semelhante: todas as classes sociais, todos os países, todos os cidadãos mundiais. É em períodos como o que vivemos que os jovens, mais que ninguém, devem assumir uma responsabilidade para com o mundo e para com as futuras gerações e tomar uma ação. É neste momento que procuramos pessoas com vontade de mudar o mundo todos os dias, pessoas que procurem tomar a ação que o mundo necessita, pessoas que se queiram desenvolver, pessoas que queiram descobrir como é que é ser a melhor versão de si próprios.

Já pensaste no que aconteceria ao ISEG, a Lisboa, ao mundo, se todos os nossos jovens tivessem as experiências que a AIESEC já me proporcionou apenas em 2 anos? Já pensaste no que aconteceria se todos decidissem ser líderes?

No ano anterior impactámos 230 vidas. Tu não só podes ser uma delas, como também podes fazer parte deste movimento, e contribuir para que sejam muitas mais.

Renato Galvão, AIESECer há 2 anos.

AIESECer Career

A Ana Filipa tem 21 anos e está prestes a iniciar o mestrado de Negócios Internacionais e Empreendedorismo, após ter concluído a licenciatura em Finanças na Universidade de Aveiro. Atualmente, é diretora do departamento de Marketing da AIESEC in Aveiro.

A sua jornada na AIESEC começou em 2019, mesmo antes de ter entrado na organização, quando embarcou numa das experiências de voluntariado que a organização proporciona aos jovens portugueses e “pela primeira vez na vida agarrei-me aos valores e crenças da AIESEC e parti pra construir o meu percurso.” afirma. Esta experiência de voluntariado com a AIESEC num país estrangeiro foi o primeiro desafio da Ana, onde teve num ambiente totalmente diferente e com uma língua a que não está habituada. Embarcou nesta jornada sozinha e, de alguma forma, atribui a esta experiência de voluntariado a “culpa” por ter chegado tão longe e por todas os desafios com que se deparou e a levaram a crescer

Quando regressou, as rejeições de outras organizações e da própria AIESEC ficaram para trás, esperava-a a oportunidade de construir todo o caminho que percorreu até agora.

O convite foi feito e aceite sem hesitações “pois sabia que o que ia fazer tinha significado, tinha impacto, porque eu senti-o.”. Entrou para a AIESEC como membro do departamento de Experiências de Voluntariado, ficando encarregue de auxiliar os jovens portugueses que iriam realizar experiências de voluntariado no estrangeiro durante todo o processo. Nesta posição “desenvolvi competências que até então nem me achava capaz. A minha comunicação, a minha argumentação. Mas nessa fase aquilo que mais agradeço ter conhecido foi a minha equipa. O trabalho não era simples, mas a bagagem que desenvolve é pesada e valiosa.”.

Mais tarde, abririam as candidaturas para a direção do escritório e porque não? A Ana deu um passo mais longe e, estando há tão pouco tempo na organização, não hesitou em passar de membro diretamente para a direção de um departamento inteiro. Este passo exigiu uma grande entrega e empenho, mas o desafio foi aceite e a Ana Filipa viria a ser a próxima diretora do departamento de Marketing da AIESEC in Aveiro.

Contudo, este não viria a ser um mandato semelhante ao dos seus antecessores e exigiria algo diferente devido à pandemia. Inicialmente, a frustração é inevitável. “Senti que tudo aquilo que me deram foi tirado num fechar de olhos, como é que algo mais pequeno que eu, me tirou tudo?”. Mas como em qualquer situação com que nos deparamos na AIESEC, era necessário lutar, solucionar e aprender. Esta situação não foi exceção: “aprendi a não levar tudo à letra, e por isso adaptei-me! Não valia a pena estar a lamentar. Apesar de tudo, a pandemia, para mim, não foi um problema, nem um obstáculo, rapidamente aprendi a solucionar situações, a olhar de forma estratégica, a motivar pessoas. Comecei a lutar pelo meu lugar e pelo da minha equipa, pois é isso que um líder faz.”

A Ana, tal como todos na AIESEC, reconhece o impacto que esta organização tem nos nossos valores e skills e que se cria um laço tão grande que, se tal fosse possível, ficaria para sempre nesta organização.

A Ana pode não ficar para sempre na AIESEC, mas a AIESEC certamente ficará para sempre no coração e na memória da Ana. Esta organização tem um papel tão importante na vida dela que lhe era impossível não ter um símbolo, uma marca que a recordasse de toda esta caminhada. Por isso, fez uma tatuagem, cujo significado é “Sê o imprevisto no meio da monotonia!”No caso da Ana, a AIESEC foi esse imprevisto! E tu? Também queres um imprevisto? Também queres quebrar a monotonia? Também queres liderar uma equipa, ou um departamento? Não percas tempo! Junta-te a nós em: http://bit.ly/joinAIESEC-PT.

Impacta o mundo através dos outros

Young Women Travel Together Concept

Young Women Travel Together Concept

Olha só tu por aqui outra vez. No post passado falámos um pouco sobre uma das competências mágicas que a AIESEC se propõe a desenvolver nos jovens. Então hoje vamos discorrer um pouco mais sobre mais uma delas.

Na AIESEC, acreditamos que é possível desenvolver a liderança em qualquer pessoa, e para isso criámos um modelo para que isto possa ser alcançado por todos. Ele é composto por quatro competências que são: Auto conhecimento, ser Orientado à solução, Empoderar outros e ser um Cidadão global.

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Já falamos um pouco sobre o que é  ser um Cidadão global neste post aqui, e hoje vamos falar um pouco sobre Empoderar outros. E como todo bom apreciador de histórias fantásticas sabe, no comando de uma grande equipa, existe sempre um líder também ele formidável, como por exemplo a Liga da Justiça e o Super-homem, os Vingadores e o Capitão América, a equipa dos sete e o Kakashi-sensei, e esta  lista é praticamente infinita.

Mas qual é o real impacto destes líderes nas suas equipas? Como é eles conseguem obter bons resultados? E como é que empoderar os outros está relacionado com isso?  Vou-te responder de seguida a essas e outras perguntas.

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Então, o que é na prática empoderar outros?

 

Representa, no sentido literal, delegar tarefas, responsabilidades e projetos para outras pessoas, mas de forma consciente, orientada ao seu desenvolvimento e superação de desafios. E agora deves estar a pensar, trata-se apenas de dar aos outros coisas para fazer?

E resposta é sim, e não. Ou seja, vai muito além disso, existe uma analogia óptima  relacionada com gestão, mencionada no livro “Good to Great” de Jim collins.

Ele compara uma equipa a um autocarro, onde o líder seria o motorista e a equipa os passageiros, e ao invés de escolher um destino e informar aos passageiros, o motorista deveria escolher os passageiros certos e então juntos escolherem o destino.

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Mas é a segunda parte que gostaria de enfatizar, que se resume em colocar as pessoas certas nos assentos corretos. Ou seja, um bom líder deve não só estar aberto às contribuições, mas também conhecer a equipa extremadamente bem. A ponto de saber delegar as tarefas certas, que se adequam às competências e necessidades de cada pessoa.

E como é que isto se relaciona com as restantes competências e necessidades que acreditamos serem necessárias para entregarmos o tipo de liderança que o mundo tanto precisa?

De forma quase magistral eu diria, pois uma pessoa que se conheça, e à equipa com quem trabalha, que esteja sempre em busca de novas soluções e consiga adaptar-se a qualquer ambiente e contexto cultural, é o tipo de líder que trabalhamos para entregar ao mundo.

Pois é capaz de empoderar os outros e transmitir  de forma clara toda ou parte dessa bagagem de incalculável de conhecimentos e experiências para mais pessoas. E isso vai desencadeando todo um movimento cada vez maior, mais impactante e irreversível,  independente de onde aconteça.