Como é que o meu Global Volunteer me ensinou a ser Empowering Others

Ao longo dos anos foram vários os jovens que confiaram na AIESEC para os apoiar nas suas experiências de voluntariado internacional e a desenvolverem competências de liderança. Uma das várias competências de liderança em que a AIESEC acredita é “Empowering Others” – os nossos jovens tornam-se capazes de comunicar de forma efetiva em vários ambientes, desenvolvem e empoderam outras pessoas e envolvem-se com os outros para alcançar um propósito maior!

Assim, como é que as nossas experiências de voluntariado internacional permitem que os jovens aprendam a ser empowering others? Decidimos perguntar a uma voluntária e estes foram alguns dos momentos em que ela sentiu a sua capacidade de empoderar os outros.

  • Quando um aluno do 5º ano que tinha dificuldades em fazer qualquer tipo de atividade escolar, me entregou um desenho, usando todo o seu esforço. Naquele momento percebi que a minha presença já tinha valido a pena.
  • Quando estava a ir para a primeira aula da manhã e as crianças vinham a correr ter comigo a dizer palavras em inglês que eu lhes tinha ensinado.
  • Quando expliquei numa aula que existia mais no Mundo para além da Tailândia. Mostrei onde era o meu país, Portugal, e os alunos ficaram muito curiosos.
  • Quando uma outra voluntária se estava a sentir em baixo e consegui com palavras e atividades melhorar um bocadinho o dia dela.
  • Quando mostrei a outras professoras da escola novas maneiras de ensinar as crianças.

Estes são apenas alguns dos momentos que permitiram à Patrícia desenvolver a sua capacidade “empowering others” e ver o impacto real das suas ações! Tal como ela, também tu podes empoderar os outros e desenvolver esta capacidade! Vem ser empowering others ao inscreveres-te em: aiesec.org.

AIESEC Experience

A minha experiência com a AIESEC começou em setembro de 2017, quando eu decidi que ia contribuir para uma causa maior através de um voluntariado internacional. Procurei por várias organizações, mas nenhuma me deu a segurança e teve a rapidez que esta organização teve. Em três dias, tinha todas as minhas perguntas respondidas e estava pronta para me preparar para a experiência que ia ter no verão do ano seguinte no Brasil.

Durante esse ano de preparação, a AIESEC manteve contacto constante comigo. Ajudou-me a encontrar os voos, tratar do seguro, e todas as logísticas necessárias para a minha viagem. Nessa altura, mantendo contacto com o comitée de cá e o que me ia acompanhar lá, já começava a sentir algum carinho pela organização.

E mesmo já conquistada pelo propósito, a AIESEC surpreendeu-me com mais uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e cultural. Desta vez, enquanto esperava pelo início da minha experiência de voluntariado, poderia contribuir para os projetos sociais locais acolhendo uma voluntária internacional que vinha trabalhar num lar de idosos perto de minha casa. Ela chegou em dezembro de 2017, vinda do calor do Brasil, e rapidamente se integrou na minha família. Aprendi sobre a cultura dela e ela sobre a minha, e percebi algumas coisas relevantes para a minha própria experiência, a qual aconteceria em 6 meses.

Em agosto de 2018, viajei para o Brasil, integrei uma equipa de 5 pessoas num projeto para educar as crianças do Projeto Sião de Itapuã sobre os problemas ambientais existentes no mundo e como podiam começar a ajudar. Estive lá um mês e meio, onde aprendi e ensinei, e tive a oportunidade de conhecer pessoas de todos os cantos do mundo, assim como o escritório local da AIESEC in Salvador. Foi aí que tive a certeza que, quando voltasse da minha experiência internacional, ia ajudar outros jovens a ter uma experiência igual ou melhor.

Regressei no fim de setembro de 2018 e em fevereiro de 2019 estava a começar a minha experiência como membro da AIESEC in Porto FEP. Durante 6 meses, fiz exatamente aquilo pretendia: acompanhei as experiências internacionais de jovens portugueses que se queriam desenvolver e aprender a sair da sua zona de conforto. Aprendi a trabalhar em equipa e a agarrar as oportunidades. Aproveitei oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, onde organizei conferências locais e internacionais para membros, voluntários ou estagiários da AIESEC, aprendi métodos de trabalho e criei mais conexões com as pessoas com quem trabalhava.

Ao fim de 6 meses, já estava a gerir a minha própria equipa, como Presidente do Comité Organizacional de uma conferência anual da AIESEC in Portugal. Ao mesmo tempo, estava a preparar-me para um novo cargo no departamento de Marketing, na vertente de análise dos programas da AIESEC e respetivas experiências. Surgiu uma oportunidade de pertencer à equipa nacional, e trabalhar na melhoria das experiências locais, quando recebemos jovens internacionais nos nossos projetos de voluntariado e assim, poder usar a minha experiência para contribuir para a de outros jovens. Nesta altura, não só me estava a tornar uma líder dentro da organização, como estava a conseguir elevar estas capacidades de liderança para o meu dia a dia, pessoal e profissional.

Aproveitei, mais uma vez, para experimentar um dos produtos da organização da qual fazia parte. Acolhi uma voluntária canadiana que, como eu, vinha trabalhar numa escola a ensinar a crianças alguns aspetos ambientais importantes. Desenvolvi o meu inglês e aprendi um conjunto de curiosidades sobre o país dela.

Em outubro de 2019, dei um passo ainda maior e candidatei-me a Diretora de Marketing do escritório local da AIESEC in Porto FEP, posição que tenho até hoje e que me ajudou a perceber o rumo profissional que pretendo ter no meu futuro, as capacidades de liderança que não sabia ter e o potencial que tenho para desenvolver e fazer aquilo que quiser. Comecei o meu mandato de Direção Executiva da AIESEC in Porto FEP em fevereiro de 2020 e já foi, até agora, a experiência mais intensa e com a qual mais aprendi que já tive na vida.

Estou na organização há um ano e meio, mas tenho uma experiência de quase 3 anos com a AIESEC. Esta organização marcou um ponto de viragem na minha vida e complementa o percurso que eu defini para mim, representando um conjunto de aprendizagens e memórias que vão ficar a minha vida toda.

Podes viver experiências iguais às minhas, enquanto te desenvolves e te aproximas do líder que és em qualquer um dos departamentos desta organização incrível que é a AIESEC, para tal basta juntares-te a mim e a todos os outros AIESECers em: http://bit.ly/joinAIESEC-PT.

Sofia Guerra, AIESECer há 1 ano e 6 meses

AIESEC Experience

O meu nome é Renato Galvão, e hoje sou, o que considero, um AIESECer. Mas afinal, o que é isto de ser AIESECer? É apenas um acrónimo estranho para pessoas que trabalham na AIESEC? A AIESEC é apenas mais uma organização no ISEG?

Ser AIESECer significa que todos os dias eu posso lutar pelo mundo em que acredito, através de pequenas ações. Significa que, ao ser líder e ao desenvolver outros líderes, estou diretamente a contribuir para a paz e o desenvolvimento do potencial humano, a grande missão desta organização.

A AIESEC não é uma mera organização de estudantes, nós somos um movimento jovem que acredita nisto que acabei de escrever, que é através dos jovens que iremos construir um mundo diferente, mais tolerante e melhor, diferente do que encontrámos. Como? Através de experiências diferentes e multiculturais: os nossos programas internacionais, tanto de voluntariado, como de estágios.

A AIESEC é um movimento global, e em Portugal somos 9 escritórios, localizados em diversas faculdades do país. Eu faço parte, desde Julho de 2018, do escritório do ISEG, um dos maiores escritórios a nível nacional, que conta com 53 membros e, só no ano passado, tratámos do processo de 230 pessoas para que pudessem ou ir para fora fazer um voluntariado ou um estágio, ou para jovens internacionais poderem vir para Lisboa fazer voluntariado, impactando o mundo em que vivemos.

Mas o que significa proporcionar e testemunhar estas experiências internacionais? O que significa mesmo ser AIESECer?

Ao fazer parte da AIESEC, eu também pude desenvolver-me e tornar-me uma pessoa diferente do Renato que entrou nesta organização em Julho de 2018. Esta organização permitiu-me ter experiências diferentes, e em dois anos, pude viver muito mais para além do que a faculdade me tinha para oferecer. Pude fazer parte da organização de conferências a nível nacional, pude gerir equipas de pequenos líderes que acreditaram que na AIESEC poderiam tornar-se melhores; pude fazer parte de equipas de vendas, falando com pessoas com mais de 40 anos, para permitir que jovens venham trabalhar para os nossos lares e com os nossos idosos; pude fazer um estágio internacional na área de Business Development e Sales numa start-up Ucraniana onde deixei o meu impacto; pude fazer a ponte entre jovens portugueses que querem mudar a sua vida, indo trabalhar para fora, e empresas internacionais que procuram o talento português. Hoje, sou Diretor do Departamento de Projetos Sociais e sou responsável por todo o planeamento estratégico do departamento e pela gestão de 20 pessoas responsáveis pela seleção, acompanhamento, integração e acolhimento de jovens internacionais que vêm impactar o nosso país. Para além destes cargos, pude fazer parte de duas equipas de Recrutamento dentro da AIESEC, algo que muitas pessoas só experienciam após irem para o mercado de trabalho. No entanto, não foram só estas experiências que me fizeram continuar na AIESEC até hoje. A AIESEC é sobre pessoas: as pessoas que trabalham lado a lado comigo, as pessoas que já recrutei, as pessoas que me lideraram dentro do meu escritório, as pessoas que liderei, as pessoas que tive a oportunidade de conhecer a virem realizar a própria experiência aqui em Lisboa e, claro, as pessoas que conheci durante a minha própria experiência internacional na Ucrânia.

A AIESEC foi criada após a 2ª Guerra Mundial, num período conturbado e marcado pela insegurança. Hoje experienciamos mais um desses períodos a nível global e a AIESEC não poderia fazer mais sentido no contexto que vivenciamos. Nesta altura pandémica, em que todos os campos do mundo foram afetados de maneira semelhante: todas as classes sociais, todos os países, todos os cidadãos mundiais. É em períodos como o que vivemos que os jovens, mais que ninguém, devem assumir uma responsabilidade para com o mundo e para com as futuras gerações e tomar uma ação. É neste momento que procuramos pessoas com vontade de mudar o mundo todos os dias, pessoas que procurem tomar a ação que o mundo necessita, pessoas que se queiram desenvolver, pessoas que queiram descobrir como é que é ser a melhor versão de si próprios.

Já pensaste no que aconteceria ao ISEG, a Lisboa, ao mundo, se todos os nossos jovens tivessem as experiências que a AIESEC já me proporcionou apenas em 2 anos? Já pensaste no que aconteceria se todos decidissem ser líderes?

No ano anterior impactámos 230 vidas. Tu não só podes ser uma delas, como também podes fazer parte deste movimento, e contribuir para que sejam muitas mais.

Renato Galvão, AIESECer há 2 anos.

O que vais fazer depois da pandemia?

A 00h bateu a dia 1 de Janeiro de 2020, e tal como tu, fiz resoluções para o meu ano. A realidade não ficou perto das expectativas de qualquer ser humano nos primeiros meses do ano: e de repente, fomos confrontados com inúmeros acontecimentos, que de certa forma, nos levariam a refletir sobre nós, e sobre a forma como impactamos os outros e o que nos rodeia.

A pandemia levou a que quase todos nós ficassem em casa para que, no final, muitos de nós pudéssemos ter mais uma história para contar às gerações futuras. Mais do que isso, levou-nos a adaptarmos as nossas rotinas, porque a nossa realidade podia ter mudado, mas ainda há coisas que precisam de ser feitas. Procuramos estar à altura do desafio e passamos de um contacto presencial para um contacto virtual com as nossas responsabilidades.

Mas foi só isto que esta pandemia exigiu de todos nós? Não, ela exigiu que passássemos mais tempo na nossa casa, apenas connosco, sendo inevitável pararmos para refletir e procurar algo para nos ocupar. Retrocedendo um pouco nos meses pergunto-te: como foi para ti? Como é que ocupaste todo o tempo em que não pudeste sair de casa? Procuraste relaxar de todo o stress? Procuraste estar informado sobre tudo o que acontecia no mundo, para além da evolução da pandemia? Procuraste desenvolver-te através da aprendizagem de uma nova língua ou de um novo curso? Procuraste ajudar a tua comunidade, da forma que era possível sem que ninguém corresse riscos desnecessários? O que fizeste?

Agora a situação está a melhorar e já podemos, com as devidas precauções, retomar à nossa normalidade antes da pandemia. Contudo, não pudemos esquecer que o mundo está diferente e exige de nós coisas diferentes. Já pensaste no que vais fazer depois desta pandemia?

Agora, como é que nós, jovens, podemos ser agentes da mudança? Como seria se agora, com apenas 20/21 anos, pudesses estar a gerir uma equipa e, mais tarde, um departamento? Como seria se pudesses fazer parte da maior organização de jovens do mundo? Como seria se pudesses testar a tua liderança, para o mundo?

Parece-te algo difícil de acontecer? Não é, e está apenas à distância de um clique! Como assim? Bem, a AIESEC, a maior organização do mundo liderada por jovens, e para jovens, está a recrutar e procura jovens que queiram sempre dar mais e melhor! Jovens que queiram crescer profissionalmente, e pessoalmente, enquanto fazem parte de algo maior do que eles, mas cujas ações podem ter um contributo global. Se não sabias o que fazer depois desta pandemia e queres ser um agente de mudança, enquanto te desenvolves não percas tempo: Join AIESEC em: bit.ly/joinAIESEC-PT.

Do autoconhecimento a liderança

Dando sequência à nossa série de posts sobre as competências mágicas que a AIESEC acredita que todo os líderes devem possuir. Hoje vamos falar um pouco sobre autoconhecimento, e qual é a importância da relação deste com todo o processo de desenvolvimento de liderança proposto pela organização.


Para a AIESEC, autoconhecimento é a porta para o desenvolvimento de qualquer outra competência. Pois independentemente de onde tu queiras chegar, dos desafios a serem enfrentados, quando tu sabes quem tu és, fica muito mais simples descobrir  para onde ir e quem tu quer/podes tornar-te.

Então tu podes pôr-te a pensar, mas qual é a relação entre autoconhecimento e tornar-me num líder? O que isto tem a ver com as outras qualidades, e/ou como é isto se relaciona com empoderar outros ou ser um cidadão global? E ainda é que como eu faço para desenvolver esta competência?

Tranquilo, vamos passar por todas estas questões no post, e tenho certeza que no final vais compreender muito mais sobre o modelo de desenvolvimento de liderança da AIESEC e como estas competências se complementam.

Okay, mas como é que a AIESEC irá me ajudar a construir o meu caminho de autoconhecimento?

Nós acreditamos que seguindo estes passos vais desenvolver esta competência:

Como valores influenciam em suas decisões.

1° – Reconhecer/Descobrir os teus valores e vivê-los: Isto pode feito de inúmeras formas, desde uma complexa reflexão até a simples atividade de rever as tuas decisões e tentar entender o que te motivou a tomá-las.  E no momento que estiveres a par disto,  a tomada de decisão se torna uma tarefa infinitamente mais fácil, uma vez que tu já sabes no que é que a irás basear.

Foque no que és bom isto fará com que se torne ótimo

2° – Compreender suas forças e fraquezas: Entender em que tu és realmente bom e no que ainda precisas de melhorar. Focar estas competências que te fazem único(a) é o caminho certo, pois é trabalhando nelas que vais destacar para atingir metas e realizar sonhos.

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Explore suas paixões.

3° – Explore as tuas paixões: Não esperes que o futuro chegue para fazeres aquele blog ou teres aulas de piano que sempre sonhaste, a vida acontece agora! Procura as atividades que te dão mais prazer e inclui-as  na sua rotina quotidiana, assim o teu dia sempre terá aquele momento para desfrutar e desligar de tudo.

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Sai da tua zona de conforto.

4° – Sai da tua zona de conforto: Para que te encontres e cresças é preciso ser testado(a), e nunca irá ocorrer de forma confortável. Existem inúmeros meios para fazer isto, e a AIESEC é um catalisador deles, além de apresentar um imenso número de oportunidades dentro da organização também te possibilita ter uma experiência no estrangeiro.

Não hesites quando o caminho parecer incerto, ou tiveres receio de não alcançar as expectativas, com estas situações é que tu vais crescer e desenvolver como nunca.  Pois os desafios tornar-se menores à medida que estás ciente dos teus valores, forças e paixões.

E então, faz mais sentido agora a importância que o autoconhecimento possui no caminho de desenvolvimento de liderança? Estás disposto(a) a entender ainda mais sobre ti mesmo(a) e ainda ajudar a fazer a diferença no mundo à tua volta? Acede ao nosso portal de oportunidades e descubre um mundo de possibilidades.

Impacta o mundo através dos outros

Young Women Travel Together Concept

Young Women Travel Together Concept

Olha só tu por aqui outra vez. No post passado falámos um pouco sobre uma das competências mágicas que a AIESEC se propõe a desenvolver nos jovens. Então hoje vamos discorrer um pouco mais sobre mais uma delas.

Na AIESEC, acreditamos que é possível desenvolver a liderança em qualquer pessoa, e para isso criámos um modelo para que isto possa ser alcançado por todos. Ele é composto por quatro competências que são: Auto conhecimento, ser Orientado à solução, Empoderar outros e ser um Cidadão global.

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Já falamos um pouco sobre o que é  ser um Cidadão global neste post aqui, e hoje vamos falar um pouco sobre Empoderar outros. E como todo bom apreciador de histórias fantásticas sabe, no comando de uma grande equipa, existe sempre um líder também ele formidável, como por exemplo a Liga da Justiça e o Super-homem, os Vingadores e o Capitão América, a equipa dos sete e o Kakashi-sensei, e esta  lista é praticamente infinita.

Mas qual é o real impacto destes líderes nas suas equipas? Como é eles conseguem obter bons resultados? E como é que empoderar os outros está relacionado com isso?  Vou-te responder de seguida a essas e outras perguntas.

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Então, o que é na prática empoderar outros?

 

Representa, no sentido literal, delegar tarefas, responsabilidades e projetos para outras pessoas, mas de forma consciente, orientada ao seu desenvolvimento e superação de desafios. E agora deves estar a pensar, trata-se apenas de dar aos outros coisas para fazer?

E resposta é sim, e não. Ou seja, vai muito além disso, existe uma analogia óptima  relacionada com gestão, mencionada no livro “Good to Great” de Jim collins.

Ele compara uma equipa a um autocarro, onde o líder seria o motorista e a equipa os passageiros, e ao invés de escolher um destino e informar aos passageiros, o motorista deveria escolher os passageiros certos e então juntos escolherem o destino.

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Mas é a segunda parte que gostaria de enfatizar, que se resume em colocar as pessoas certas nos assentos corretos. Ou seja, um bom líder deve não só estar aberto às contribuições, mas também conhecer a equipa extremadamente bem. A ponto de saber delegar as tarefas certas, que se adequam às competências e necessidades de cada pessoa.

E como é que isto se relaciona com as restantes competências e necessidades que acreditamos serem necessárias para entregarmos o tipo de liderança que o mundo tanto precisa?

De forma quase magistral eu diria, pois uma pessoa que se conheça, e à equipa com quem trabalha, que esteja sempre em busca de novas soluções e consiga adaptar-se a qualquer ambiente e contexto cultural, é o tipo de líder que trabalhamos para entregar ao mundo.

Pois é capaz de empoderar os outros e transmitir  de forma clara toda ou parte dessa bagagem de incalculável de conhecimentos e experiências para mais pessoas. E isso vai desencadeando todo um movimento cada vez maior, mais impactante e irreversível,  independente de onde aconteça.