A luta da comunidade LGBT+

Arco-irís. É este o símbolo de uma comunidade oprimida e impedida de ser ela própria, mas que todos os dias luta para estar cada vez mais perto da aceitação pela sociedade. A comunidade LGBTQ+ é composta por um grande número de pessoas que pertencem a minorias que a sociedade desde cedo rejeitou por não serem “normais” ou serem “pouco convencionais”.

Na sociedade atual, pouco a pouco, homossexuais, bissexuais, transexuais, … deixam de compactuar com uma sociedade preconceituosa que os faça “permanecer no armário” e saem para as ruas a reivindicar os seus direitos.

Contudo, ao contrário do que seria de se esperar de uma sociedade tão desenvolvida e em pleno século XXI, o medo e a insegurança ainda são uma realidade para estas pessoas. Estas pessoas ainda têm medo da rejeição, das críticas e, acima de tudo, dos ataques e do preconceito. Afinal, são vários os episódios que nos demonstram, e entristecem, em que pessoas são agredidas e julgadas apenas por serem elas mesmas.

Na Chechénia, a comunidade LGBTQ+ viu-se obrigada a criar redes ilegais nas cidades de Moscovo e São Petersburgo para alojarem os seus membros, de forma a evitarem a perseguição e a tortura. Estes atos contra os direitos humanos são apoiados pelo governo e forças de segurança russas que levam os cidadãos a culpar as pessoas LGBTQ+ de todos os problemas da sociedade e a pressionar as famílias destas pessoas a matá-las sob a justificação de “assassinatos de honra”. 

Infelizmente, a Rússia não é um caso isolado. A ela juntam-se campanhas contra a comunidade LGBTQ+ na Polónia, o número crescente de ataques contra pessoas LGBTQ+ na Alemanha – foram 245 crimes de ódio em 2019, contra apenas 50 em 2013 – entre muitos outros.

Em Portugal, o cenário não é tão gritante, mas nem por isso mais animador: de acordo com o relatório “Society at a Glance 2019”, Portugal é um dos oito países da OCDE onde se verifica um maior nível de discriminação contra as pessoas homossexuais. Ainda neste relatório, foi possível perceber que a perceção da discriminação é superior nas pessoas transexuais, face às homossexuais.

No que se refere a atos de violência contra a comunidade LGBTQ+, o cenário português é mais animador, quando verificamos que, nos últimos 5 anos, é o país da UE que apresenta menor número de agressões físicas e sexuais contra pessoas LGBTQ+

Esta realidade, acompanhada por todos os anos de medo da rejeição e aceitação da pessoa que são acabam por ajudar a explicar a cruel realidade de que os jovens LGBTQ+ pensam três vezes mais em suicídio do que as pessoas cis heterossexuais (pessoas que se identificam com o género atribuído à nascença e se sentem atraídas por pessoas do sexo oposto). A probabilidade de este pensamento se tornar uma realidade é cinco vezes superior.

Números elevados, certo? O peso que a discriminação ou atos de violência podem ter na vida de alguém! Não seria mais simples, mais fácil, mais reconfortante se estes números não fossem uma realidade?

Certamente que sim, mas somos humanos. Somos humanos e rejeitamos, marginalizamos e oprimimos tudo o que é diferente, tudo o que foge à normalidade que nos foi ensinada, mas somos humanos. Como seres humanos podemos escolher mudar, desenvolvermos-nos, aprendermos e começar a trabalhar para aceitar o outro.

Somos humanos e a mudança é uma constante. Então, porque não mudar para melhor? “Como?” queres tu saber… 

Pequenos gestos ou mudanças no nosso comportamento podem fazer toda a diferença. O simples facto de deixarmos de usar determinadas expressões homofóbicas, transfóbicas, … ou de consciencializarmos os outros para serem melhores ou mudarem a forma como se expressam e se dirigem à comunidade LGBTQ+ pode, literalmente, salvar vidas.

Assim, há um conjunto de expressões que deves evitar quando estás a lidar com pessoas transexuais (pessoas que não se identificam com o género que lhes foi atribuído à nascença), não binárias (pessoas cuja identidade de género não se limita ao feminino ou masculino), bissexuais (pessoas que se sentem atraídas, sentimental ou sexualmente, por ambos os sexos) e homossexuais (pessoas que se sentem atraídas, sentimental ou sexualmente, por alguém do mesmo sexo).

Quando estiveres a lidar com pessoas transexuais nunca perguntes pelo seu nome de nascença – é um nome com o qual não se identificam e, por isso, sentir-se-ão desconfortáveis perante essa questão;  nunca digas que a pessoa em causa não será homem/mulher de verdade – se a pessoa se identifica com o género masculino ou feminino, então ela é homem ou mulher, sim; não tires conclusões sobre a sua orientação sexual – orientação sexual e identidade de género são coisas diferentes e independentes; não utilizes as expressões “homem que virou mulher” ou “mulher que virou homem” – são expressões ofensivas e que não refletem a realidade, pois a pessoa simplesmente é homem ou mulher.

Quando estiveres a lidar com pessoas não-binárias nunca perguntes se é homem ou mulher – se é uma pessoa não-binária, então não se define como homem ou mulher; não perguntes se é intersexual (pessoas que nascem com características sexuais biológicas que não se inserem na categoria “feminino” ou “masculino”) – são termos diferentes que se referem a pessoas com características diferentes; não digas que “isso de não ser homem nem mulher não existe” ou questiones “o que és?” – não te cabe a ti julgar o outro e todos somos seres humanos que temos o direito de ser nós próprios.

Quando estiveres a lidar com pessoas bissexuais não digas que a pessoa está confusa/indecisa; não digas que as pessoas são, na realidade, homossexuais – não o são, são bissexuais, ponto; caso a pessoa tenha um/a parceiro/a não questiones sobre os ciúmes que existem ou possam existir na relação –  ser bissexual não é sinónimo de infidelidade.

Quando estiveres a lidar com pessoas homossexuais não menciones que estas têm SIDA – ser homossexual não é sinónimo de ser portador desta doença, isso é algo que surgiu de situações passadas por estas pessoas, devido ao medo do preconceito, recorrerem à prostituição e terem relações sem as devidas precauções; não digas que não queres trocar de roupa à frente dessa pessoa – se não te sentires confortável, por qualquer motivo, explica o teu desconforto, mas nunca te sintas desconfortável apenas porque a pessoa é homossexual, pois isso não implica que ela vá “atirar-se a ti”; não digas que a pessoa não parece homossexual – não existem características ou comportamentos próprios de uma pessoa homossexual.

Estes são algumas atitudes que deves procurar evitar quando estiveres a lidar com pessoas da comunidade LGBTQ+ para que estas não se sintam desconfortáveis. Mas mais do que mudar atitudes, é importante começar a consciencializar a nossa sociedade de que todos somos iguais, independentemente da nossa orientação sexual ou identidade de género. É importante começar a quebrar preconceitos e a diminuir todas as desigualdades de que as pessoas LGBTQ+ são vítimas. É neste sentido, e outros, que a ONU definiu a Redução das Desigualdades como um dos seus objetivos a cumprir até 2030, levando ao aparecimento do SDG10 – Reduce Inequalities.

E como é que tu podes contribuir para esta meta? Simples, começa por mudar-te a ti próprio e a aceitar o outro e, ao mesmo tempo, consciencializa a tua família e amigos para a importância de aceitar as outras pessoas. Lembra-te, sempre, que somos todos iguais e todos diferentes! 

Ao mesmo tempo, podes descobrir e desenvolver o líder que há em ti enquanto contribuis para a redução das desigualdades que ainda existem na nossa sociedade em qualquer um dos projetos de voluntariado da AIESEC inerentes ao SDG10, pois é necessário educar os jovens do presente para que os adultos do futuro sejam mais tolerantes à diferença.

É o teu momento de agir, o mundo precisa deste teu pequeno passo para que, um dia, nenhuma pessoa considere suicidar-se por apenas ser ela mesma… É preciso agir para que, no futuro, todos consigamos ser nós mesmos sem medo que nos persigam, torturem ou julguem. Se ficaste curioso, queres desconstruir mentalidades e quebrar preconceitos, toma uma ação e descobre mais sobre os nossos programas de voluntariado em aiesec.org.

E os direitos humanos?

“Assassina!” É assim que é descrita uma menina brasileira de apenas 10 anos! Porquê? Como pode uma criança ser descrita de forma tão sombria? Este pequeno ser humano fez um aborto, depois de ser vítima de abuso sexual durante quatro anos por um tio.

Uma criança, com um corpo ainda em desenvolvimento e confusa, sem perceber tudo o que lhe estava a acontecer, teve que passar por um cordão religioso que a rotulava de “assassina” quando se dirigia ao hospital onde iria realizar a intervenção cirúrgica.

Esta criança é uma assassina porque queria abortar! Então, e o tio? Que nome dar a um homem que tira toda a ingenuidade e infância desta criança? 

Então, e nós? Que direito temos nós de condenar esta criança? Que direito temos nós para lhe pedir que não aborte? Que direito temos nós para lhe pedir que gere o fruto de um abuso sexual?

O bebé não tem culpa. Ninguém tem o direito de acabar com uma vida. Sim, é verdade! E a menina? Terá ela a culpa do abuso que sofreu? Terá alguém o direito de acabar com a vida dela, mesmo que metaforicamente?

Este ser indefeso não tem culpa. Ela não pediu que aqueles que lhe são mais próximos, mais queridos e que a deveriam protege,r a levassem a enfrentar algo tão doloroso.

As crianças devem ser protegidas! Esta menina não foi protegida… E será a única criança? Todos gostávamos que assim fosse, mas a dura realidade é que esta é só mais uma história. É só mais uma criança, só mais uma mulher.

Esta criança é mais um número nas estatísticas brasileiras. A esta acresce 32 mil casos, só de 2018. E, infelizmente, o Brasil não é uma exceção à regra. Em Portugal, o cenário não é muito mais animador:  registaram-se 2752 crimes de abuso sexual de menores entre 2016 e 2018. São quase 3 menores por dia. E estes números são apenas aqueles que reportam à polícia.

A verdade é que a grande maioria destes crimes não são denunciados e a violência sexual continua a ser desvalorizada e um tema tabu nas sociedades atuais.

Cabe-nos a nós, enquanto jovens, começar a lutar pelas vítimas, a dar voz às vítimas e a quebrar tabus. Ser vítima de abuso sexual nunca é culpa da vítima, nunca é pelo que ela veste, fez ou disse. É sempre culpa do abusador, de quem não aceitou um não ou não respeitou o espaço do outro.

Todas as pessoas, independentemente de raça, educação, orientação sexual, idade ou género são possíveis vítimas deste crime. Evidentemente, há um grupo mais vulnerável: as mulheres, principalmente as mais  jovens.

Neste sentido, é importante estarmos informados e saber como devemos agir nas várias situações. Enquanto vítima, é aconselhável contactar a polícia judiciária para denunciar o crime e ir até a um hospital para ser examinada/o. Ao mesmo tempo, guardar os vestígios da agressão, pois podem ajudar a identificar e condenar o agressor.

Por outro lado, se conhecemos alguém que passou por uma situação destas é importante estarmos abertos a ouvir, sem julgamentos e sem pressionar e sermos pacientes, pois relembrar e falar sobre estas situações nunca é fácil. Mostra que acreditas na vítima e deixa claro que a culpa do que aconteceu não é dela. Também a podes encorajar a denunciar o crime ou a procurar ajuda profissional, mas deixa sempre que seja a vítima a tomar a decisão.

Se quiseres pedir ajuda podes contactar os gabinetes de apoio à vítima da APAV (116 006), PSP, GNR, PJ, Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, Linha de saúde 24 (808 24 24 24), Número nacional de socorro (112) ou Linha nacional de emergência social (144).

Mas mais do que tudo isto, é importante começar a agir, a quebrar tabus e a educar gerações. É com este propósito que a ONU definiu a Igualdade de Género como um dos seus objetivos a cumprir até 2030, levando ao aparecimento do SDG5 – Gender Equality.

E como é que tu podes contribuir para este objetivo? Simples, achares que estás perante uma vítima de abuso sexual, faz o que estiver ao teu alcance para ajudar! Mas lembra-te, nunca, em momento algum, te silencies ou culpes a vítima! Ficar calado e de braços cruzados é ser cúmplice do abusador!

Ao mesmo tempo, podes descobrir e desenvolver o líder que há em ti enquanto contribuis para a igualdade de género em qualquer um dos vários projetos de voluntariado da AIESEC inerentes ao SDG5, pois é necessário educar os jovens do presente para que os adultos do futuro sejam mais conscientes, mais abertos e com menos tabus. 

É o teu momento de agir, o mundo precisa deste teu pequeno passo para que, um dia, nenhuma criança perca a sua infância e ingenuidade, para que nenhuma criança seja considerada uma “assassina” por abortar o fruto de um abuso… Se ficaste curioso, queres quebrar tabus e mudar mentalidades, toma uma ação e descobre mais sobre os nossos programas de voluntariado em aiesec.org.

Como é que a AIESEC te acrescenta valor?

É a pergunta que, por vezes, ouvimos de pessoas indecisas em entrar na organização ou de quem acabou de chegar.
Viemos desmistificar este assunto!

Estando numa organização internacional e sem fins lucrativos, pode acontecer concentrarmo-nos mais na missão da mesma do que na nossa própria missão pessoal. Estamos tão focados em ajudar os outros que não nos apercebemos do benefício que extraímos dessas ações.

No entanto, existem inúmeras aptidões e uma montanha de conhecimento novo que se leva da AIESEC, principalmente ao entrar no mercado de trabalho.

Para além das soft skills que se desenvolvem em qualquer posição, como o trabalho em equipa, gestão de tempo, inteligência emocional e comunicação, entre outras, existem efetivamente atividades e projetos necessários para assegurar determinado cargo.

Por exemplo, um gestor de recursos humanos tem de ser capaz de definir um plano de recrutamento para novos membros, como a Amélia. Uma pessoa especialista em desenvolvimento empresarial tem de ser capaz de comunicar e persuadir empresas, de modo a torná-los seus parceiros, precisamente como a Leonor.

A Carolina aprendeu a trabalhar com ferramentas de gestão e análise de dados, de forma a poder melhorar os processos standard que se operam quando alguém quer fazer um estágio profissional. Já a Sara, teve que desenvolver um plano de comunicação estratégica a nível local para abordar o seu público-alvo e orientar todo o escritório.

No mesmo sentido, o Ricardo pegou em dados reais e transformou-os em estratégias analíticas, tendo como objetivo melhorar a performance do seu comité. Por fim, o Miguel aprendeu a gerir muitas pessoas de áreas diferentes, primando pelo feedback e delineação de estratégias, de modo a permitir o máximo desenvolvimento de cada pessoa do seu escritório local.

Todas estas situações te põem à prova e fora da tua zona de conforto, sendo aquelas que mais te fazem crescer.

Antes de entrarem na AIESEC, nenhuma destas pessoas era especialista na função que exerce agora na organização. Contudo, ao longo do tempo foram capazes de adquirir as skills necessárias e aprofundar conhecimento lógico e prático.

São precisamente estas pequenas ações que te irão diferenciar no mercado de trabalho e que te darão um valor extra em comparação com outras pessoas que tenham a mesma formação académica que tu.

Esta é a proposta de valor da AIESEC.
Aqui podes desenvolver-te em todas estas categorias e dar um passo em frente na tua carreira profissional.

Inscreve-te em bit.ly/joinAIESEC-PT

Realizações de experiências de curta duração no ano de 2020 são desencorajadas. Estágios profissionais de longa duração devem ser privilegiados este ano.

LISBOA, PORTUGAL, 05 de agosto – Realizações de experiências de curta duração no ano de 2020 são desencorajadas. Estágios profissionais de longa duração devem ser privilegiados este ano.

Em abril do corrente ano, com o evoluir da situação pandémica no globo, a AIESEC in Portugal decidiu cancelar a realização de experiências internacionais, admitindo a sua retoma em setembro deste ano.
Apesar de alguns visíveis desenvolvimentos no combate ao vírus, o atual estado pandémico não nos permite proporcionar uma experiência de qualidade e em segurança no corrente ano.
Entre as razões que nos levam a tomar esta providência realçamos: a grande volatilidade das medidas governamentais aplicadas globalmente, que poderá impedir o regresso em segurança do jovem em experiência; os nossos países parceiros, cujas datas de realização dos projetos inicialmente previstos para 2020 têm sido alteradas devido à incerteza do fenómeno global. Além disso, a maioria dos nossos países parceiros restringiram os seus acessos. Enquanto AIESEC, não nos é possível assegurar suporte relativamente a vistos e fronteiras. Realçar também que não foi ainda definida uma alternativa de acomodação para as usuais host families, não sendo assim possível comprometer a cobertura de uma oferta de acomodação para o jovem em experiência. Por fim, não se encontram neste momento definidas que medidas de segurança poderão ser providenciadas ao jovem em experiência por forma a garantir a sua segurança após a viagem e suporte ao teste do COVID-19.
A AIESEC in Portugal e a sua membresia encontram-se preparados para proporcionar aos jovens interessados experiências de liderança no futuro. No entanto, é igualmente verdade que no próximo ano, por via da estabilização da AIESEC Global, existirão projetos melhor adaptados à realidade em que nos encontramos, assegurando a melhor segurança dos nossos jovens.

Não descurar que as experiências de estágio internacional de longa duração continuam a ser um foco para a nossa organização, uma vez que as condições de segurança poderão ser melhor asseguradas para os jovens interessados em realizar uma experiência diferenciada numa empresa, que enfrenta variados desafios por força da pandemia.

De referir que, enquanto AIESEC in Portugal e seus nove escritórios locais sediados ao longo do país, encontramo-nos disponíveis para qualquer outro esclarecimento pertinente a respeito do incentivo ao adiamento de experiências internacionais de curta duração.

[boilerplate]

A AIESEC é a maior organização juvenil do mundo, sem fins lucrativos, que tem por objetivo o desenvolvimento de liderança através da criação de oportunidades, de jovens para jovens. Com sede em mais de 120 países e territórios, a AIESEC não discrimina ninguém com base na etnia, género, orientação sexual, religião ou nação/origem social. Pelo mundo, a AIESEC colabora com mais de 2,600 universidades e +8,000 organizações. Operamos há mais de 65 anos e a criação da AIESEC remonta ao término da Segunda Grande Guerra por via a atingir a paz e desenvolvimento da potencial humano. Para mais informações consulta aiesec.org e inscreve-te na nossa plataforma para que te possamos manter informados acerca dos impactos da pandemia na realização de experiências internacionais.

Aventuras, liderança e o leste europeu

Estás a pensar em ter aquela experiência no estrangeiro, mas ainda não sabes exatamente para onde ir? Podes ficar mais tranquilo que hoje vou-te  dar uma ajuda com isso, vamos conversar um bocado sobre um lugar incrível que pode ser um divisor de águas na tua história, se  te atreveres a embarcar nesta aventura.

Resultado de imagem para lord of the rings bilbo run

Em um post passado falámos sobre magia, desenvolvimento de liderança e daquela vontade de mudar o mundo, então hoje convido-te a trilhar um caminho semelhante. Porém desta vez não falaremos do mundo todo, mas de um local não tão distante quanto o condado, mas com arquitetura e paisagens que parecem ser igualmente de outro planeta.  

O sítio a que me refiro é um país com cerca 20 milhões de habitantes, localizado no leste europeu, é banhado pelo mar negro e sua capital já foi chamada de “A pequena Paris”, tamanha diversidade artística e beleza da cidade.

Resultado de imagem para romania castles

Provavelmente tu já deves ter seguido as pistas e sabes que estou a falar da Roménia, é um país que possui uma grande bagagem cultural e histórica. Esta nação integra a união europeia desde 2007 possui diversos projetos da AIESEC espalhados por 17 escritórios no seu território.

Resultado de imagem para vlad castle

E no caso de optares por te aventurar neste país vais ter a oportunidade de conhecer dentre diversas outras coisas, o famoso Castelo de Bran,  onde teria vivido o príncipe Vlad Tepes que serviu de inspiração para a famosa obra “Drácula” de Bram Stoker. Ou talvez queiras conhecer algumas das famosas  igrejas de madeira de Maramures.
Resultado de imagem para igrejas de madeira de Maramures.

Sem dúvida esses e tantos outros pontos turísticos são extremamente atrativos, mas como todo o país no mundo nem só de alegrias  vive o povo romeno. Como qualquer outra nação existem inúmeros aspectos para melhorar e trilhar um caminho de desenvolvimento para futuro ainda melhor por lá.

E sem dúvida este sítio é perfeito para que tu não só tenhas uma experiência no estrangeiro, mas para que aprendas a conviver com uma cultura, costumes e idioma completamente diferentes. Além de começar as tuas práticas no uso da magia para contribuir na busca por uma sociedade menos desigual, mais justa e humana.

Então o que me dizes tu? Atreves-te a sair para esta aventura rumo ao desconhecido, que está logo alí depois da tua zona de conforto? Para uma jornada de autoconhecimento que pode te fazer crescer de uma forma que jamais tinhas imaginado, e ainda por cima vai te impulsionar na tua trajetória  para te tornares o tipo de líder o mundo tanto precisa?

Deixo-te com estas questões e vemo-nos no próximo post, quem sabe até lá tu já tenhas uma ideia melhor de onde pretende aventurar-te.

Tu, a magia e mudar o mundo.

Que atire a primeira pedra quem nunca teve aquela pontinha de vontade em mudar o mundo, de sair por aí e viver todas as histórias inusitadas que só parecem existir em contos de fada e aventuras recheadas de magia.

Picture1

Embora hoje tu não te sintas a viver nesse paraíso de possibilidades, onde o impossível é apenas uma palavra sem sentido. Vamos caminhar juntos por este post e garanto que no final tu vais ver que ainda existe magia a fluir pelo mundo.

Falando em mundo… infelizmente contamos hoje com cerca de 22,5 milhões de refugiados no planeta, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados(ACNUR) divulgados no relatório  de 2017.

Para se ter uma ideia mais clara desses dados assustadores, podemos comparar com a atual população de Portugal por exemplo, que equivaleria mais do que o dobro segundo dados do INE(Instituto Nacional de Estatística).

Picture2

Pois então, deves estar a questionar-te, esses dados ali em cima só confirmam a ideia de que vivo em um mundo cinza, sem esperança, sem magia não?

E a minha resposta é Não, a magia está por aí espalhada pelo mundo, tudo que tu precisas para a encontrar e usufruir dela é saber onde procurar. E antes que tu perguntes SIM, vou explicar como chegar lá.

A tal da magia a que me refiro não vem de nenhum lugar fantástico, ela é basicamente a mudança, e na verdade são jovens como eu e tu que são os guardiões dela. Estes seres como em todos os contos de fadas possuem competências que os distinguem dos demais, e hoje vamos falar uma delas.

Cidadão global é umas das 4 competências que acreditamos que todos os líderes devem possuir. Porém tu deves estar a  pensar,  quais são as características de quem possui esta competência?

E eu já vou  criar uma lista das mesmas abaixo:

  • Ser capaz de adaptar a qualquer lugar do mundo, sem preconceitos;
  • Estar ciente dos problemas do mundo;
  • Sentindo-se responsável por realizar as mudanças necessárias.

Mas como falar em competências “mágicas” sem mencionar como e onde encontrá-las, se mesmo o mais famoso dos feiticeiros teve que ir a Hogwarts para aprimorar seus feitiços?

Então chegámos ao tão esperado momento, o local onde vais encontrar a magia, e este é na AIESEC pois trata-se da plataforma de desenvolvimento de liderança voltada para os jovens. A organização procura atingir a paz mundial e o preenchimento do potencial humano e acredita que a juventude é chave para um futuro melhor.

 

 

21054918_924985984306498_9054194232318027404_o

E é através desta que tu não só poderás viver as mais intensas e marcantes histórias da tua vida. Mas também terás a possibilidade de colocar em prática todas as suas novas competências para impactar o mundo. É possível que exista coisa mais  mágica que isto?

Hoje fico-me por aqui,  espero que  tu tenhas desfrutado da leitura e que voltes mais vezes, para que possamos continuar a conversar sobre as outras competências mágicas.

Autor: Jorge Enir Jr.

 

Young entrepreneur? Go celebrate

O Lisbon Sessions nasce com base num conceito disruptivo e da motivação de várias entidades em oferecer uma nova dinâmica aos eventos de networking em Lisboa tendo como host principal o empreendedorismo nacional. A premissa é simples, juntar num antigo armazém, agora reabilitado, concertos, networking, palestras e muita boa disposição num ambiente intimista e descontraído completamente propício ao intercâmbio de conhecimentos.

O próximo evento, dia 29 de julho, contará com a presença da AIESEC Portugal onde iremos apresentar e lançar um novo programa chamado “Global Entrepreneurs”. Programa este que permite a jovens empreendedores terem uma experiência de 6 semanas numa start up no estrangeiro, e às start ups portuguesas receberem jovens talentos de áreas como IT, marketing nas suas equipas.

LisbonSessions_poster01

Esperamos por ti dia 29 julho, quarta-feira: 18h30 – 21h45

Novo espaço Lisbon WorkHub, Poço do Bispo – Lisboa

www.lisbonsessions.com