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Como Capitalizar a Criatividade num Mundo Global

Hoje em dia, é inevitável que todos estejamos constantemente a ser afetados pelo que se passa em todo o mundo, seja a nível cultural, económico, social ou mesmo pessoal. A realidade é que somos seres globais, num mundo globalizado, em que ninguém sobrevive se não estiver conectado. Por isso, a melhor forma de lidar com esta impossibilidade de vivermos no nosso pequeno mundo, é aprendermos a capitalizar esta globalização a nosso favor e, claro, isso requer alguma criatividade.

O Problema da Globalização

No entanto, ser criativo e inovador é cada vez um desafio maior.  Apesar de hoje em dia, a todo o momento, se criarem novas ferramentas, aplicações e programas que estão disponíveis para todos e servem exatamente para estimular a organização de ideias e criação de planos e produtos, as ideias estão constantemente a ser superadas pela competição que deixou de ter uma escala local, para ter uma escala mundial.

O mercado já há muito que aproveita a necessidade de emoções fortes e a enorme facilidade de comunicação em seu favor, para vender qualquer tipo de produto, quer ele tenha a ver com comunicação ou não. No entanto, está com o trabalhado cada vez mais dificultado. Para garantir uma maior vantagem competitiva são precisas pessoas criativas e pessoas eficientes para criarem campanhas impactantes e eficazes.

A Criatividade como Solução

A criatividade é um processo individual e cognitivo que é diretamente afetado pela cultura a que o individuo vive.  Segundo Niu e Sternberg  na obra Cultural Influentes On Artistic Creativity and Its Evaluation podemos dividir o mundo em duas grandes zonas em termos de cultura criativa: o ocidente (onde se inclui a América e a Europa) e o oriente asiático.

Em sociedades com normas culturais mais liberais, onde de uma forma geral se situa o ocidente, os indivíduos têm tendência a ser mais tolerantes em relação a comportamentos que escapam à norma. Consequentemente, também estão mais disponíveis para aceitar ideias inovadoras e projetos criativos.

Por outro lado, as culturas menos liberais, a  que de uma forma geral se associa ao oriente asiático, conseguem ter resultados mais eficientes por estarem mais habituadas a lidar com normas restritas, mesmo que os limites para usar a criatividade sejam mais apertados.

Na obra Adaptors and Innovators: Styles of Creativity and Problem Solving, Kirton explica que os indivíduos criados numa cultura mais rígida têm a tendência a ter um estilo criativo de adaptação, em oposição ao estilo criativo de inovação que os indivíduos de culturas mais liberais têm. O individuo que se adapta, toma decisões mais seguras e aceita as condições que lhe são propostas. O inovador tem mais coragem para fazer mudanças radicais e arriscar.

A melhor forma de poder capitalizar as diferenças culturais entre os vários tipos de criativos do mundo, é poder unir a capacidade de inovação e arrojamento de uns à capacidade de síntese, organização e eficiência de outros.

A AIESEC traz jovens ambiciosos e empreendedores de todo o mundo para trabalharem com empresas e startups portuguesas através dos programas Global Talent e Global Entrepreneurs, respetivamente, trazendo o melhor das suas culturas.

Deste modo, os programas de estágios profissionais da AIESEC são uma forma muito eficaz de trazer um ambiente jovem e culturalmente diversificado, contribuindo assim, para o sucesso e a internacionalização das empresas e o aumento da vantagem competitiva à escala mundial.

Para saber mais sobre os nossos estágios, visite o nosso site: http://aiesec.pt/empresas/

 

Ana Luísa Zagalo

B2B Marketing Manager

AIESEC Portugal

b2bmarketing@aiesec.pt

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